segunda-feira, 13 de junho de 2011

Amor, meu amor

Per la lettura in lingua italiana, clicca qui:
Amore, amore mio 

Da maldade não sou nem mesmo amigo
E como eu poderia, então
assemelhar-me a ela?
Posso não ser mais o teu sonho
E, assim, me vês malvado
Não é, portanto, um bem
Pois nos faz mal
Que não vem de mim
Não é em mim
É um sentir-se mal
Que nasce de palavras ditas
E palavras não ditas
De ações repetidas ou não
Ou vividas sobre a nossa pele.

Gostaria de carregar-te comigo
Em meio ao meu universo
E, assim, compreenderias o que vejo, coisa sinto
Sem as barreiras da desconfiança
E sentirias bater no meu peito
Um coração que fala, que canta
Que cantarola uma canção desconhecida de todos
Demonstrando o amor que tenho por ti.

Abra os teus olhos deixando os cílios fechados
Simplesmente sinta
O meu amor
Ouça a música do meu coração
E entenderás verdadeiramente
Que nele não mora a maldade
E,
Se te concentres bem
Ali verás ali a ti mesma
Porque o meu coração é também a casa tua.
(Traduçao do original em lingua italiana, Março 2011.)

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